A série The Bold Type – que será renovada para a 4ª temporada (eba) -, é bem leve, gostosa de assistir e com alguns temas bem legais, como amizade e sexualidade. Na verdade, a série é bem como o título sugere. Em minha tradução livre: em negrito, em destaque.
Desde a primeira temporada assisti aos episódios, e, mesmo sendo num tom mais jovem e fun, ali estava uma mensagem a ser passada. Ok, vamos lá. O cenário principal da série é a redação de uma revista feminina, a Scarlet Magazine (inclusive a revista fictícia é inspirada na Cosmopolitan).
Enfim, conhecemos as três protagonistas: Jane, Sutton e Kat. Três amigas que se conheceram dentro da redação, e firmaram uma espécie de amizade/parceria – do jeito que deve ser… sem cobranças, ciúmes.
Seguindo essa vibe leve e fluida, alguns temas são apresentados às protagonistas, que lidam com os dilemas e as decisões sempre do mesmo modo: juntas! E é sobre isso que eu quis falar hoje.
Sobre temas que a série aborda, de forma atual e que são muito pertinentes nos dias de hoje.
Amizades
O centro da série The Bold Type é a amizade. Já falei muito aí em cima sobre o modo como decorre todos os episódios, onde as três protagonistas se apoiam e se ajudam de um jeito onde não esperam nada em troca, como deve ser uma amizade.

Levando para o offline
Pense em suas amizades e no que elas representam para você. Cobranças e críticas devem existir de um jeito amoroso e saudável.
Já falei aqui sobre pessoas tóxicas, e como isso pode prejudicar nossa vida – tanto pessoal, quanto profissional.
A vida é muito curta para desperdiçarmos com gente chata – e que não nos acrescenta em nada.
Vida profissional
Como a série se passa dentro da redação de uma revista feminina, é óbvio que os temas relacionados a carreira estariam presentes, certo?
E é falada de um jeito muito legal também. Por exemplo, é normal mudar de ideia no meio do caminho, ou simplesmente a frase de “você não é o seu emprego”.
Levando para o offline
É claro que às vezes não podemos ser tão radicais como em um seriado de TV, pois os boletos chegam todo mês, né?
Mas é importante que estejamos de bem com a gente e com o nosso propósito de vida! E se ele mudar no meio do caminho, TÁ TUDO BEM!
Com a era da internet simplesmente dominando tudo, em alguns momentos a gente não consegue acompanhar, e são nessas horas que aparecem as dúvidas sobre o que estamos fazendo e como estamos fazendo.
É por esse motivo que devemos tentar nos conhecer sempre, e nos permitir conhecer o novo, pois você pode estar há dez ano trabalhando como contador e descobrir que na verdade você gosta de fazer comida.
Vida amorosa
Como todo seriado, ou filme, sempre há um romance em gira em torno da história, e no caso de The Bold Type não é diferente… Aliás, é um pouco diferente, pois como são três protagonistas, temos três amores sendo contados também.
Pois bem, na série Jane se vê numa decisão entre namorar alguém que ela gosta, mas acha que ele é um galinha haha, e alguém mais sério, mas que na verdade ela não gosta muito.
Já Sutton se apaixona por um dos advogados do grupo de investimentos da Revista, que é uns 15 anos mais velho que ela e acabou de sair de um relacionamento.
Kate, por sua vez, teve alguns namorados… porém encontrou seu amor depois de conhecer Adena, uma fotógrafa muçulmana.
Levando para o offline
Amor é uma coisa complicada… Algumas coisas, muitas vezes não tem explicação, e precisam simplesmente acontecer. Pode dar certo, ou não…
O mais importante é, como eu disse, nos conhecermos e nos amarmos, independente de qualquer coisa.
Veja também: Formas de praticar o amor próprio
O relacionamento mais importante que precisamos ter é com nós mesmos.
Girl Power
Três protagonistas mulheres, uma revista feminina… Essa série não tem como ser mais feminista, não é mesmo?
A busca pela independência com decisões (como retirar um gene do câncer, congelar ovários, até descobrir e aceitar a sua sexualidade) é de fazer qualquer mulher se orgulhar.
Dan Bucatinsky disse em um painel durante a estreia da série, em Nova York “de maneira subversiva, conta uma história feminista de como as mulheres no poder não precisam derrubar outras mulheres para serem empoderadas ou obter mais poder”.
Levando para o offline
Ainda há inúmeras coisas para mudar no mundo em relação aos direitos das mulheres, porém acredito que o primeiro passo é não nos enxergarmos (umas às outras) como concorrência ou inimigas.

Estamos todas no mesmo barco e sofremos de forma igual, com isso, devemos nos unir e lutar juntas. Nada de “elas que lutem”. Nesse caso, TODAS lutam.
Enfim, espero que tenham gostado do post com as reflexões que fiz sobre a série e mundo real. Se puderem assistir, deixe nos comentários o que você achou e se concorda com o que coloquei aqui no post.
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Bjs,
Dani