Para quem curte thriller, o livro A Mulher na Janela, da editora Arqueiro e escrito por A. J. Finn, é um prato cheio.
Sinopse: Primeiro lugar na lista do The New York Times. “’A mulher na janela’ é um daqueles raros livros realmente impossíveis de largar.” – Stephen King “Surpreendente. Arrebatador. Sensacional. Um suspense noir para o novo milênio, com personagens fascinantes, reviravoltas formidáveis, uma escrita primorosa e uma narradora com quem eu adoraria tomar uma garrafa de vinho. Talvez duas garrafas.” – Gillian Flynn, autora de “Garota exemplar” Anna Fox mora sozinha na bela casa que um dia abrigou sua família feliz. Separada do marido e da filha e sofrendo de uma fobia que a mantém reclusa, ela passa os dias bebendo (muito) vinho, assistindo a filmes antigos, conversando com estranhos na internet e… espionando os vizinhos. Quando os Russells – pai, mãe e o filho adolescente – se mudam para a casa do outro lado do parque, Anna fica obcecada por aquela família perfeita. Até que certa noite, bisbilhotando através de sua câmera, ela vê na casa deles algo que a deixa aterrorizada e faz seu mundo – e seus segredos chocantes – começar a ruir. Mas será que o que testemunhou aconteceu mesmo? O que é realidade? O que é imaginação? Existe realmente alguém em perigo? E quem está no controle? Neste thriller diabolicamente viciante, ninguém – e nada – é o que parece. “A mulher na janela” é um suspense psicológico engenhoso e comovente que remete ao melhor de Hitchcock.
O livro conta a história de Anna Fox, uma psicóloga que sofre de uma depressão profunda que desencadeou uma fobia por lugares públicos: a agorafobia. O motivo dela ter desenvolvido essa fobia é desenrolado no decorrer do livro, onde a gente consegue sentir cada pontinha de angústia e depressão da personagem.
Se fosse um filme, A Mulher na Janela, se daria em um único cenário: sua casa. Rico em detalhes, o escritor A. J. Finn, que inclusive foi crítico antes de se aventurar em suas próprias histórias, destrincha todo e qualquer sentimento que a protagonista sente. Inclusive, me senti parte de seus pensamentos diversas vezes.
É inevitável a lembrança de A Garota no Trem e Objetos Cortantes, onde de todas as protagonistas são mulheres bêbadas e com algum problema psicológico. Sem dar nenhum spoiler, apenas recomendo a leitura, que é um pouco pesada – mas assim como sua série favorita na Netflix, é impossível não devorar a história.
Um ponto (entre muitos) positivo na minha opinião, foram os capítulos curtinhos e sempre com um gancho incrível para o próximo (o que me fazia pensar sempre “só mais um capítulo” rs). Terminei a história assim :O e me surpreendi em diversos momentos. Uma curiosidade é que A Mulher na Janela pode virar um filme, estrelado por ninguém menos que Amy Adams – já vimos ela em sua brilhante atuação como Camile Preaker, não podemos esperar menos se isso for mesmo verdade.
Enquanto o filme não chega, dê uma chance para a leitura, tenho certeza que você irá curtir. Me conta nos comentários se já leu e o que achou.
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Bjs,
Dani