Doadores e tomadores: o que são?

O título desse post pode parecer meio pesado, mas a verdade é que até um tempo atrás eu nem sabia da existência desse termo, nem o que ele trazia. Acontece que, após uma leitura de Adam Grant, com o livro Dar e Receber, pude ter uma outra visão em relação àquilo que a gente faz e aquilo que a gente recebe. Ta aí a minha pergunta: o que são doadores e tomadores. Você já se deparou com algum? Em qual você acha que mais se encaixa?

A verdade é que através de um conjunto de ações é possível determinar em qual lado nos encontramos, e dependendo do veredicto, os efeitos causados em nossa vida serão muitos, tanto positivos, quanto negativos.

O que são doadores e tomadores

Dois tipos de personalidades totalmente diferentes que podem alavancar ou derrubar sua carreira profissional e demais relações.

Como o próprio nome já diz, os doadores são pessoas que, basicamente, se doam para outras pessoas, seja ajudando um colega, ou mesmo com trabalhos de voluntariado. Normalmente essas pessoas enxergam a necessidade do próximo antes delas mesmas, o que na verdade,até o próprio autor do livro alertou, como sendo algo que deve ser feito com cautela.

Já os tomadores, são aqueles que, ao contrário dos doadores, veem somente o benefício próprio. Os tomadores enxergam o mundo como um lugar extremamente competitivo, onde eles precisam ser os melhores para poder vencer – e ser melhor significa passar por cima de colegas ou quem estiver na sua frente.

A importância para o networking

Não é novidade para ninguém que, uma boa rede de contatos pode fazer toda a diferença em qualquer situação, principalmente no mercado de trabalho. Precisamos alimentar de forma saudável nosso ciclo de contatos, se quisermos obter sucesso.

Os doadores sabem muito bem disso, e o fazem sem esforço algum. Como é de sua natureza ajudar ao próximo, mesmo que percam alguma coisa naquele momento; no futuro, com certeza serão lembrados, e os frutos a colher serão os melhores possíveis – inclusive, inúmeras pesquisas, revelam que quem doa tempo e conhecimento, possui maiores chances de ser promovido ou receber aumentos de salários.

Em relação aos tomadores, é totalmente o contrário, sua rede de contatos é baseada no curto prazo, onde naquele momento podem estar em vantagem, mas conforme o tempo for passando as coisas podem mudar – e com certeza mudará.

Se doar faz bem, mas cuidado…

O que separa as duas personalidades é o fato de que, enquanto um prefere ajudar, o outro prefere SER ajudado. E mesmo que pareça interessante a doação e o trabalho em equipe –  e é! -, somente os doadores alterístas são quem possui o maior índice de sucesso, pois eles se importam com os outros, mas possuem objetivos ambiciosos para si. Ou seja, de nada adianta a doação ao próximo se os seus próprios interesses estão em segundo plano. Afinal, temos que nos doar para nós mesmos, também.

E o que fazer?

Não existe a fórmula certa para o sucesso, mas em algumas situações, as experiências de outras pessoas podem nos ajudar a atravessar nossa jornada, certo?

Baseado no livro, pude perceber que ao equilibrar nossos interesses pessoais (objetivos, metas, etc), com os interesses de outras pessoas (ajudando, doando tempo ou compartilhando conhecimento), nosso nível de motivação pode aumentar muito mais em relação às demais pessoas. E com a motivação lá em cima, o sucesso vem como consequência.

A conclusão é que, ao ajudarmos o próximo, não estaremos somente o ajudando, e sim contribuindo muito mais com o nosso desenvolvimento e construção de nosso sucesso.

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Bjs,
Dani

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